
Proteger a Fauna Polar: o Compromisso Silencioso de Cada Viagem
Proteger a fauna polar é uma prioridade nos cruzeiros de expedição, através de protocolos rigorosos, inovação tecnológica e ciência ao serviço da conservação.
Um guia prático, testado pelo clima, para quem viaja pela primeira vez e para quem regressa.
O Ártico não recompensa quem leva coisas a mais. Recompensa quem sabe vestir-se por camadas.
Quer esteja a caminho dos fiordes de Svalbard, do silêncio da Gronelândia Oriental ou da longa costa da Passagem do Noroeste, aquilo que veste vai importar muito mais do que a quantidade de bagagem que leva. O segredo não está em vestir-se para o frio – está em vestir-se de forma a que o frio nunca chegue verdadeiramente até si.
Aqui fica o que deve levar, o que disponibilizamos a bordo e o que pode deixar em casa.
A maioria dos viajantes chega preparada para comprar mais do que realmente precisa. Antes de encomendar o que quer que seja, saiba o que o estará à espera no navio:
As medidas do casaco e das botas serão pedidas no momento da reserva.
Ou seja: não precisa de comprar um casaco exterior pesado nem botas impermeáveis altas, nem de investir em bastões de caminhada ou binóculos, a não ser que tenha uma preferência pessoal. Construa o resto do guarda-roupa a partir do que disponibilizamos.
Vestir-se por camadas funciona no Ártico porque as condições mudam depressa. O vento aumenta, o sol aparece, deixa de caminhar, volta a caminhar – e vai arrepender-se se estiver vestido apenas para um momento, em vez de estar preparado para todos.
Três camadas, por esta ordem:
Cada camada pode ser acrescentada ou retirada à medida que o dia muda. É este o princípio por detrás de todas as recomendações que se seguem.
Uma regra simples: leve o suficiente para poder alternar enquanto uma das peças seca.
Luvas – pense num sistema, não num único par.
Gorro: leve um gorro quente que cubra as orelhas. Dois são melhor do que um.
Buff ou gola tubular: leve, ocupa pouco espaço e faz toda a diferença num passeio de Zodiac com vento.
Óculos de sol: o sol do Ártico sobre a neve e a água é deslumbrante. Lentes polarizadas são a melhor escolha.
Protetor solar e bálsamo labial com SPF: pode parecer contraintuitivo, mas ambos são essenciais. A radiação UV reflete-se intensamente no gelo e na água, e o ar é seco. Recomendamos um protetor solar sem oxibenzona, mais amigo dos corais, da vida marinha e das águas por onde navegamos.
Os nossos navios têm climatização controlada e o ambiente é descontraído. Roupa confortável e casual é perfeita durante o dia e, para o jantar, um estilo smart casual é mais do que suficiente. Não há necessidade de roupa formal; a única verdadeira exigência é levar algo em que se sinta bem depois de um longo dia no convés.
Leve uma mochila resistente à água para os desembarques. Vai querer espaço para:
O Ártico é um dos lugares mais fotogénicos do mundo, e um dos mais exigentes para o equipamento.
Quantidades excessivas de qualquer coisa. O equipamento certo ocupa pouco espaço. O equipamento errado é um guarda-roupa inteiro.
Os viajantes que fazem bem a mala não são os que levam mais. São os que percebem que o Ártico pede apenas adaptabilidade – e que essa adaptabilidade vive em três camadas finas, dois bons pares de luvas e na vontade de sair para o exterior, faça o tempo que fizer, porque é quase certo que algo extraordinário está prestes a acontecer.

Proteger a fauna polar é uma prioridade nos cruzeiros de expedição, através de protocolos rigorosos, inovação tecnológica e ciência ao serviço da conservação.

A multiculturalidade a bordo define a experiência Mystic Cruises: equipas de várias nacionalidades, formação na Mystic Cruises Academy e reconhecimento interno criam serviço consistente em expedição.

A eficiência energética na Mystic Cruises é um tema operacional, técnico e diário: mede-se, gere-se e melhora-se. Da propulsão híbrida ao hotel a bordo e à operação em porto, cada decisão conta.